Professores que marcaram o meu (per)curso


Acabei o meu curso há quatro dias. Não, não estou a exagerar - a Sexta-feira passada foi, literalmente, o último dia do meu curso. E depois de três anos a suar, a rir, a chorar e a trabalhar, era imperativo falar numa coisa: as pessoas que mais me marcaram durante este meu percurso.

Era bom falar sobre todas as pessoas que me marcaram durante estes três anos, mas isso dava um texto com um comprimento que daria a volta ao mundo e ninguém tem paciência para ler isso; por essa razão, decidi que, por agora, vou só falar num tipo de pessoas que me marcaram durante estes três anos. Quem? Os professores

Se me conhecem, sabem que não sou pessoa de morder a língua quando falo do que quer que seja. Assuntos escolares não são excepção, como é óbvio, e por isso estou prontíssima para dividir este texto em duas partes: os professores que amei e os professores que odiei. Sem filtros e, mais importante do que tudo, sem máscaras. Altamente imparcial. Ninguém teve medo de me dar uma boa ou uma má nota quando foi necessário; também não tenho medo de dizer publicamente quem me ajudou e quem viveu só para me lixar.


Comecemos pelos professores que viveram para me infernizar a vida. Os professores que viveram para me fazer odiar o curso e tudo o que estava relacionado com o mesmo. Os professores arrogantes, os professores incompreensivos, os professores mentirosos, os professores que têm tudo menos profissionalismo e capacidade de ensinar. Os professores que eu não recomendava nem aos meus piores inimigos.

CARLOS NUNO
Nunca conheci ninguém que me dissesse "epá, sabes que professor é que é mesmo fixe? O Carlos Nuno", o que, por si só, já deve ser bastante esclarecedor; mas também nunca conheci ninguém que o odiasse tanto como eu. Diga-se, muita gente se queixa, ainda hoje, de que ele é absolutamente random a dar notas, que dá notas diferentes a pessoas dentro do mesmo grupo, apesar de o trabalho não ter tido apresentação oral nem nada que pudesse diferenciar os alunos. É secante. Tem ar de homem das obras (peço desculpa aos homens das obras por estarem a ser colocados no mesmo pedestal que este "senhor"; isto é mesmo ofensivo para vocês).

Não interessa o que é que o senhor me fez especificamente; interessa, sim, que, apesar de eu conseguir compreender que cometi muitos erros naquele cadeira, o Carlos Nuno foi um grandessíssimo filho da puta que me fodeu o primeiro ano do curso com a sua bruta arrogância e a sua falta de noção. Análise Social foi a única cadeira em todo o curso à qual tive de ir a recurso. E fui a recurso depois da média dos testes e trabalhos dar 10,5 e o senhor decidir dar-me 9. Ainda hoje isso me deixa um sabor amargo na boca. Mas tudo bem, ainda me vou rir quando nos encontrarmos no inferno, otário. 

ISABEL SIMÕES
Ainda hoje estou para entender se o intuito desta senhora era ensinar-nos as melhores formas de analisar textos jornalísticos ou se era ensinar-nos como utilizar palavras em inglês sem qualquer lógica no meio de frases em português. Uma vez começou a dizer que tinhamos de prestar atenção às labels das garrafas de vinho. 
Prestem atenção às labels das garrafas de vinho.
Labels. das. garrafas. de. vinho.
Porra, até aquele velho meio drogado que vejo todos os dias no café às 11 da noite sabe que as garrafas têm rótulos. Não é preciso ir à língua inglesa buscar a palavra equivalente. 

Pior do que palavras em inglês no meio de frases que não pedem palavras em inglês só mesmo a arrogância e a sobranceria da senhora - aquela voz de Cinha Jardim, de tia de Cascais, meio anasalada, meio cana rachada - e aqueles olhares que mandava para nós como se fossemos ralé. Aquelas frases disfarçadas de preocupação mas que só demonstravam que nos achava serzinhos muito insignificantes, como foi o caso quando me aconselhou a não fazer o meu trabalho de análise sobre as crónicas do António Lobo Antunes simplesmente porque eram capazes de ser demasiado complexas para mim. Olhe, desculpe lá se não ando pelos cantos da ESCS a demonstrar o meu alto conhecimento da língua inglesa, mas pelo menos não faço figura de ursa todos os dias.

JÚLIA LEITÃO DE BARROS
Há professores que precisam de ser ensinados e não de ensinar - esta senhora cai nessa categoria. Precisa, por exemplo, que alguém lhe ensine que quando fazemos uma pergunta a uma turma a dois minutos do fim da aula e ninguém responde, fazer a questão de outra forma não vai mudar a situação. Nós não respondemos porque queremos sair dali o mais rapidamente possível. Não respondemos porque sabemos que responder vai dar azo a uma conversa de 15 minutos e faltam dois para a aula acabar. Mas a senhora insiste e lá vai um "deixem-me perguntar de outra maneira". Não, caraças, não deixamos. Vai mas é embora.

Também não é agradável aquela cara de nojo constantemente a julgar-nos durante as apresentações de trabalhos, só para chegar ao fim e acusar-nos de dizer coisas que não dissémos. E mesmo depois de explicarmos que ela percebeu mal, ela continua a carregar na mesma tecla. Este é o exemplo típico de uma pessoa que eu gostaria de ter mandado à merda se não estivesse demasiado preocupada em passar à cadeira. 

MARIA JOSÉ MATA
Tanta coisa de errado com esta mulher e tão pouco espaço para escrever. A voz irritante, a expressão mais morta do que viva e aquele ar de superioridade que a leva a dizer coisas a convidados na aula como "não vou fazer nenhuma pergunta porque eles [alunos] não me respeitam". Nós não a respeitamos? Epá, pois, se calhar, não. Mas o respeito tem de ser merecido e nem toda a gente o merece. 

Fiquei traumatizada com esta senhora no dia em que, durante uma aula, ela perguntou qual era o português sobre quem mais se escreviam notícias sem qualquer conteúdo. Eu, convicta, respondi que era o Cristiano Ronaldo e expliquei (provavelmente, pouco eloquentemente) que não estava a falar das notícias em que falavam dos prémios que ele ganhava ou dos golos que tinha marcado - não, estava a falar das notícias sobre os relógios que ele tem e sobre os carros que comprou, que são notícias absolutamente ridículas e sem qualquer utilidade. Pois bem, a senhora dona Mata ficou chocadíssima com a minha resposta. Afinal, ela estava era à procura do José Castelo Branco. Notícias sobre o Cristiano Ronaldo são sempre legítimas, independentemente de serem sobre coisas importantes ou não. Ok, está bem. Vamos nessa.

Menções honrosas:
Oscar Mascarenhas (do qual não falo porque o senhor já foi para o mundo dos mortos e não pode defender-se de todas as acusações que eu possa fazer) e Joana Pontes (nem me vou esforçar).


O melhor fica sempre para o fim - ou, pelo menos, é o que se diz por aí. Estas foram as pessoas que fizeram valer a pena os três anos infernais que passei naquele curso por engano. Estas foram as pessoas importantes. Umas, porque me fizeram ganhar rumo; outras, porque me ensinaram aquilo que nunca teria aprendido de outra forma. "É uma pena que vão para longe", porque eu vou parar ao inferno e vocês não. Caso isto dê para o torto e forem lá parar, também, não vamos para a mesma zona de certeza.

ANA LEAL
Algures no segundo ano da faculdade, havia uma Marta, na turma B de Jornalismo, que odiava a Ana Leal e que ia para as aulas dela com uma cara de nojo. Cada palavra que ela dizia, eu olhava para o lado e fazia alguma piada. Cada tiro, cada melro. E depois, no terceiro ano, essa mesma Marta decidiu ser masoquista e escolher "Ateliê de Reportagem TV" como uma das opcionais. Spoilers: a cadeira era dada pela Ana Leal. Mas eu ia ter oportunidade de filmar coisas e, obviamente, não ia desperdiçar essa chance.

Bem. É capaz de ter sido a melhor escolha que fiz na vida. Foi nesta cadeira que percebi a genialidade da Ana Leal (diga-se, às vezes continuava a olhar para ela como se fosse louca, mas graças a todos os deuses, ou só a alguns, ela até não se chateia de ouvir opiniões contrárias à dela e conseguiamos todos ter boas discussões). Aprendi mais sobre Jornalismo com ela, num semestre, do que no resto dos três anos. Vi-a perder horas da vida dela para se sentar com todos os grupos a ver as mesmas reportagens vezes e vezes seguidas, para ajustar detalhes minúsculos, mas importantes. "TEM DE RESPIRAR, TEM DE DEIXAR RESPIRAR", dizia ela e, porra, tinhamos mesmo de deixar. Sempre pronta a responder às nossas mensagens, sempre pronta a atender telefonemas e responder a dúvidas parvas. Não nos matou quando fizemos disparates uma e outra vez. E era tão rápida a apontar todos os nossos erros fenomenais como a esfregar o nosso ego com elogios. O mundo precisa de mais gente como ela - directa, mas nunca sem perder a sua fofura.

JORGE TRINDADE
Eu sempre soube a diferença entre  e à. Também costumava meter a vírgula no vocativo - só que não sabia o que raio era o vocativo nem porque é que a vírgula tinha de lá estar. Simplesmente, metia. 

O Jorge Trindade é o nosso lord and savior do português. Agradeço todos os dias da minha vida por ter tido as cadeiras dele, porque me ensinaram a escrever melhor. E, ainda assim, este texto provavelmente tem vinte mil erros. Mas acreditem que estaria bem pior há três anos (aqui, teria escrito há três anos atrás, por exemplo). Professor, perdoe-me os milhentos erros. Não é por mal. Juro que tenho pesadelos sempre que tenho de escrever textos longos e que fico duas horas a olhar para uma frase de duas linhas porque acho que me faltam vírgulas ou não há concordância de géneros. Também agradeço que tenha tido a paciência necessária para ver, repetidamente, erros que são tão óbvios mas tão graves. Para ler todos os nossos contos, dizer "vocês só escrevem coisas dramáticas" e ainda assim chegar ao meu conto e dizer "este é um exemplo de um conto que está dramático, mas um bom dramático". Obrigada por me fazer passar pelo estranho momento em que forçou dois colegas a lerem o início da minha história, porque estava muito bom, depois de lhes dizer que as histórias deles não estavam assim tão boas. #alguémquemesalvedaqui

Muita gente precisa de um Jorge Trindade na sua vida. Mas nem todos vão ter essa sorte. Eu tive.

PEDRO LIMA
Já todos sabem a velha história chamada "A Marta não está bem no curso de Jornalismo". Não é preciso voltar a repeti-la; o que é preciso voltar a repetir é o nome de quem me mostrou aquilo que eu queria. Foram as aulas do Pedro Lima que me mostraram que eu estava bem era no meio das câmaras, a gravar e a dar asas à minha (muito visual) imaginação. Eu até posso conseguir impressionar minimamente o Jorge Trindade com contos de cinco páginas, mas é através das imagens que as minhas histórias saem melhor. E foi o Pedro Lima que me mostrou isso, mas também foi o Pedro Lima que reparou nisso. Foi o Pedro Lima que se chegou ao pé de mim, durante aulas em que estavam todos a desesperar com o AVID, e que me disse "vou-te ensinar umas coisas extra porque sei que gostas mesmo disto". Foi o Pedro Lima que me disse, quando a certa altura me saí com um muito entusiástico "eu estou no curso errado", que "já tinha reparado nisso". 

Quando tivémos de entregar os trabalhos finais, ele ia à ESCS dia sim, dia sim para nos ajudar. Perdeu lá mais horas do que qualquer outro professor que conheço; e continua a perder, porque bem o vejo, quando passo pelas salas, lá sentado com as novas turmas. E quando lhe agradecemos pela atenção que nos dedica e pela preocupação que tem com os alunos, ele só diz "ora essa, é o meu trabalho". Pois, mas há muita gente que nem o seu trabalho faz de forma decente. Obrigada, Pedro Lima, por subir para cima de mesas para explicar que se mudarmos de sítio, mudamos a forma como vemos as coisas. E obrigada por, no primeiro dia de aulas, nos ter dito que, se a pessoa sentada, naquele momento, ao nosso lado, fosse melhor do que nós em alguma coisa, estávamos lixados quando chegássemos ao mercado de trabalho. É uma lição que fica para sempre.

RÚBEN NEVES
Nas escolas, há sempre aqueles dois ou três professores que causam emoções fortes e nunca são mencionados como sendo "assim assim": são amados por uns e odiados por outros e não se encontra um intermédio. Não foi rara a vez, nos meus três anos, que ouvi pessoas nos corredores, nas salas ou até nos elevadores a falarem mal do Rúben Neves. Porque chega atrasado, porque não quer saber, porque é demasiado exigente ou porque disse que vinha ver os trabalhos e não veio. E não, não foram só alunos que eu ouvi; tive técnicos do serviço de multimédia a fazerem-me queixa dele, ele que "já trabalha com o AVID há tanto tempo e ainda assim não sabe mexer naquilo". (Spoilers: na altura, esse comentário cheirou muito a dor de cotovelo. Duas horas depois, continuava a cheirar a dor de cotovelo. Como sou coscuvilheira e gosto de incendiar discussões, fui contar a conversa ao Rúben Neves. Depois disso, o comentário continuava a cheirar a dor de cotovelo.) 

Continuando.

Como já devem ter percebido, não me enquadro na facção de pessoas que odeia o homem. Sim, claro, também me chateava quando lhe ligava três vezes às seis da tarde porque estava em desespero com a reportagem e ele não atendia o telefone. Ainda assim ele foi, possivelmente, a pessoa que mais me ensinou durante todo o curso, porque me ensinou um bocado de tudo. Ficava a olhar chocadíssimo para as pessoas que diziam "haviam" e também me corrigiu quando eu disse "há dois meses atrás" (não sei quem é que lhe disse que era o novo Jorge Trindade...). Ensinou-me Jornalismo (não tão bem como a Ana Leal, é claro, mas também é um nível difícil de atingir) e disse-me que, na verdade, eu tinha mesmo a personalidade ideal para o trabalho de jornalista, apesar de eu achar que estava no curso errado (pois, epá, Rúben... não, não vai dar). Ensinou-me a gravar planos que ainda hoje me deixam parva e que ainda hoje acho que gravei por coincidência e não por talento meu. Ensinou-me a receber elogios sempre com uma pitada de sal e de prudência, porque por cada vez que ele dizia "epá, este plano está perfeito", vinha sempre a seguir um "bem, quer dizer, quase perfeito". Ensinou-me que os professores não têm sempre de ser uma figura assustadora e que os podemos tratar como seres humanos iguais a nós, não como extraterrestres. Ensinou-me muitas mais coisas, também, mas não quero tornar este texto numa ode ao Rúben Neves. Acho que já perceberam o que tinha a dizer.

Menções honrosas: Paulo Sérgio (obrigada por nos ensinar que não se diz "bom dia" quando entramos num directo... mas não pense que não o vi a dizer "bom dia" nos directos do Mundial de futebol!) e Rui Simões (quem diria que alguém conseguiria tornar Comunicação Intercultural num assunto interessante?)


Em tudo na vida, todos nós temos favoritos e todos nós temos pessoas de quem não gostamos. É apenas natural. Não podemos agradar a todos e também nem todos nos agradam. Estas são as pessoas que amo e as pessoas que odeio. Sem medos e sem filtros. See you soon, suckers.

8 comentários:

  1. Bem... por onde começar?
    Como assim a média dá 10,5 e dão-te 9??? Está tudo doido?! Não tive aulas com ele, mas essa nota é ridícula.

    Descrição da Simões: on point!

    O Castelo Branco é o português sobre o qual mais se escrevem notícias sem conteúdo? Hmmm, há uns anos talvez fosse verdade, mas eu responderia o CR também. Afinal, acho que todos os dias há uma "notícia" sobre ele, ou sobre o filho, ou sobre as supostas 63787 namoradas, ou sobre outra coisa qualquer que não importa.


    Sobre a Ana Leal... bem, eu tive Laboratório de Investigação com ela e chumbei. Não fui logo com a cara dela, ao contrário daquilo que pensava que ia acontecer porque costumava adorá-la quando era mais nova. Depois fui repetir a cadeira e comecei a gostar mais dela. Não terminei com uma nota genial (quem me dera!), mas sempre que precisei de tirar dúvidas ou de fazer perguntas ela não teve problemas em me ajudar!

    Tive o Pedro Lima a seminário de edição de vídeo e achei que ele foi sempre espectacular connosco e ajudou sempre quem tinha mais dificuldades e só queria mesmo que nós passássemos e percebêssemos como é que tudo funcionava. Na altura tivemos uns problemas com ele, mas sempre gostei dele e da postura dele.

    Para mim, da tua lista (e da minha), o melhor foi mesmo o Trindade! Lá está, todos precisam de um Trindade na vida e nós tivemos mesmo sorte. Acho que vou estar eternamente agradecida pelo facto de a minha escrita ter melhorado (MUITO) graças às aulas dele!


    A Sofia World

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    1. Sofia, o meu pensamento em relação ao Cristiano Ronaldo foi exactamente o mesmo que o teu, no entanto, parece que não estava assim tão correcto...

      Quanto ao Pedro Lima, a sério que tiveram problemas com ele? Mas nada de grave, certo? Todas as pessoas que conheço o adoram!

      O Trindade é mesmo um Deus na Terra. Abençoada a hora em que o colocaram na ESCS e que nós lá fomos parar! Tal como eu disse no post, agora tenho pesadelos com erros, mas ao menos escrevo bem melhor :)

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  2. Ora bem, acho que já conheces a minha opinião acerca da maioria dos professores desta lista, mas basicamente, vou acrescentar algumas coisas: quanto à "Julinha" (AHAH), tive pena dela, porque quando apresentei o meu trabalho final, ficou super entusiasmada com o PowerPoint que preparei e pensei: "enfim, se calhar não sabe fazer nenhum..." e deu-me uma boa nota e apesar de as aulas serem entediantes, sempre foi querida comigo; relativamente ao Carlos Nuno, podemos chorar juntas? Somava incorretamente as minhas cotações nos testes e, quando o confrontava com isso, respondia: "pois..." e NUNCA fazia nada.
    Concordo com todos aqueles que estão inseridos na categoria "É uma pena que vão para longe", se bem que não conheço assim muito o professor Rúben Neves mas, por aquilo que falas dele, parece ser excelente. No entanto, a Ana Leal e o Pedro Lima são mesmo aqueles que mais adorei, ahah! :) Ah, e acrescentaria a Filipa Subtil, que foi incrível comigo!
    Beijinhos, continua com os teus posts fantásticos! :3

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    1. FUCK, ESQUECI-ME DO PROF SENA SANTOS!!! PROFESSOR, SE ESTÁ A LER ISTO, CASAVA-ME CONSIGO, SAIBA DISSO (tantos isto e disso, eu sei, nada bom para rádio!)

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    2. Na minha aula, aconteceu demasiada coisa negativa para eu conseguir ter pena da Julinha. Oh well.
      Quanto ao Carlos Nuno, é sabido o ódio que nutro por ele. Os meus colegas de turma sabem, pessoas dos outros anos sabem, ele sabe, até o professor Rúben Neves sabe. Quase me atrevia a dizer que metade da escola é capaz de saber. Podia estar aqui o dia todo a falar mal dele e ainda tinha coisas para dizer no final da sessão.

      Não coloquei a Filipa Subtil porque não me foi particularmente próxima, mas, sim, ela era realmente muito querida!

      P.S.: O Sena Santos é todo um outro nível........... esse também merecia um post inteirinho dedicado a ele ;)

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  3. Os professores conseguem sempre marcar uma pessoa, e quando é pelos bons motivos..!
    Eu também estou a acabar a minha licenciatura, falta pouquinho mesmo. E o que mais me marcou foram os professores, e amigos (poucos, mas muito marcantes)!

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    1. Acredito mesmo que os professores podem ser uma das partes mais importantes de um curso (se não mesmo A parte MAIS importante). Mas é claro que os amigos também são igualmente marcantes. Posso seguramente dizer que sem os meus, não teria conseguido chegar ao fim do curso.

      Boa sorte para essa tua recta final, também! :)

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    2. Nea, a Marta refere-se claramente a mim, porque apesar de nos termos conhecido basicamente há dois meses, ela não vive sem mim. (a)
      PS. Gosto de ti, Mrs. N MUAHAHAHAH

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